Tempestade: Planeta em Fúria | Crítica


Direção: Dean Devlin
Roteiro: Dean Devlin
Distribuição: Warner Bros.
Gênero: Ficção científica / Ação
Lançamento Br.: 19 de outubro de 2017
Duração: 1h 49min.

Olá Olá

Após uma grande ocorrência de casos naturais estarem destruindo vários cantos do Planeta Terra, vários cientistas se juntam para uma forma que acabe essa onda de catástrofes. Acabando que quem resultou todo esse alarde, foram nós. Isso mesmo. Nós. 


O filme se inicia com a narração de uma menina que nos conta como foi o decorrer dos casos até a estrutura formada pelo seu pai. O grande realizador da cura para esses movimentos. Criando uma tecnologia de maior avanço, o 'Dutch Boy', foi construído com a união de 17 países, e possui a finalidade de controlar o clima e é coordenado pelo engenheiro Jake Lawson, que depois de anos se dedicando, por questão política, é afastado e entregam o cargo para Max, seu irmão mais novo. Os dois não se dão bem e uma grande confusão de relacionando dos dois também entram na trama.


Após três anos, quando a direção do 'Dutch Boy' está próxima de ser transferida dos Estados Unidos para a ONU, uma nevasca atinge o Afeganistão. Depois vem uma alta temperatura em Hong Kong, que não deixa muitas pessoas vivas. Jake é contatado pelo irmão para estar ajudando a resolver esses problemas porque só ele conseguiria. Mas, como nem tudo é coo flores num belo jardim, há inimigos que desejam essas destruição. E é aqui que começa todo o babado.


Um filme repleto de mensagens subliminares e enigmas que são de fácil entendimento. Engraçado quando um maior número se divide em suas críticas quando o filme é realmente bom. Pode haver falhas, logicamente, mas um longa nessa extrema importância... não é válido passar sem uma alta percepção. Fiquei muito magoado ao ler muitas coisas aqui na internet, e depois estar conferindo o filme e conseguir ver que nada é da forma como extrapolam. Infelizmente o filme não teve uma boa arrecadação no lançamento e foi um dos muitos a fracassar nos Estados Unidos.


Gostei do início do filme quando aparece a voz em off e mostra algumas cenas bem chocantes sobre o estado da nossa Terra daqui uns anos... Mas já é atual. O filme se passa em dois estágios, o que me confundiu um pouco. A guria primeiro narra que estamos em 2019 e depois de passa três anos. Quero saber se já estávamos em 2019 quando se passa os três anos, ou se estaremos em 2023. Esse detalhe eu juro que deixei passar sem minha vontade.


Assisti ao filme numa adrenalina muito massa demais. Depois de ver o trailer na TV, e ver o Rio se congelando foi massa demais. Os efeitos visuais desse filme não é lá King Kong, mas enfim... Muito foda mesmo. O pânico na face dos personagens é muito bem visto e creio que seria o mesmo se acontecesse hoje, eu daria tudo para ver isso pessoalmente. Creio que a vida imita a arte e esse filme será nosso futuro próximo. Eu adorei de paixão a romantização entre os dois irmãos. Muito profundo o caso de ódio e que depois me fez chorar, eu tenho que dizer isso.


No mais, a história está foda, os atores escalados deram um show. A que mais se destacou foi a bela da Abbie Cornish, que interpretou uma agente da casa branca e que tem um caso escondido com Max. A fotografia do filme está impecável. Composição de cenas... nem precisa ser dito de tão boa que está. A direção ficou por conta de Dean Devlin que tem uma filmografia foda. Se não sabe, ele roteirizou Independence Day: O ressurgimento, Godzilla e muitas obras.


O filme ainda está em cartaz, vale a pena dar uma conferida com o efeito do cinema. Tá massa então vá ver!

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