O Mínimo Para Viver | Crítica


Direção: Marti Noxon
Roteiro: Marti Noxon
Distribuição: Netflix
Gênero: Drama
Lançamento BR.: 14 de julho de 2017
Duração: 1h 47min.

Ellen é uma jovem que consigo carrega um problema que afeta muitos jovens. A anorexia na vida dela é algo que além de perturbador, a deixa com sentimentos que na vida não há mais sentido. Com os pais separados, ela mora com sua meio irmã e madrasta. Não é evidente de alguma forma a relação paterna. A ajuda em decisões de querer se recuperar, vem de Susan, mulher do seu pai. A obriga de alguma forma a chegar em uma casa e tentar se envolver para uma recuperação.


Quando ela deixa a oportunidade tomar conta, ela passa por situações de extrema vontade. Eli se vê na obrigação de que não deve melhorar. A vida dela está daquele jeito porque ela permitiu. Um grande conflito se passa pois ela pode ser uma das causadoras da morte de uma outra anorexa que via seus desenhos no tumblr. Isso a perturba de grande maneira que acaba a deixando desmotivada em um certo ponto.


A história desse filme é fantástica. Li algumas coisas em relação a liberação dele por ser algo de extremo sentido e ter uma importância pesada para a influencia do público. Como prova, vimos o auge de '13 Reasons Why' e não vi nem um noticiário de que alguém se matou. É o que sempre digo: Cada filme ou história tem uma mensagem. Capte apenas as melhores.


Mais uma vez me impressiono ao saber que a direção ficou por conta de uma mulher. Acho sensível o decorrer das ideias e não consigo ver um homem sem delicadeza comandar tal atitude. Fiquei extremamente animado a ver que filmes do tipo cativa espectadores. Assim que saiu no catálogo da Netflix, que fez a distribuição, duvidei um pouco quando li a sinopse e parei quando me vi de frente a Collins.


Uma atris de fibra que carrega alguns papeis na costas com alma e coração. Vi a entrega que fez a Eli e mais um trabalho em volta de nomes como Keanu Reeves e Carrie Preston. Apresentaram uma sensibilidade a esse filme que outras palavras não me deixam expressar além de amor. Gosto bastante quando o enredo me deixa envolvido. O final está inesperado, pois imaginei logicamente que Eli tomaria uma decisão reversa a que criei.


Consegui de primeira ver alguns erros de continuidade, mas nada que estraga a produção. Como já disse, estou curtindo a direção de Marti Noxon. A direção de fotografia está linda quando mantêm ideia de proximidade com a personagem. Mostra uma questão fácil de interpretação. Nada tão inexplorável quando se diz a figurino, mas, percebi um certo limite as roupas da personagem de Lily.


Espero que já tenham assistido, e se não: Assista legendado! Está incrível sim.

Comentários

  1. Fiquei interessada, fim de semana vou procurar assistir

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  2. Eu assisti esse filme de inicio por causa do Keanu, mas o filme me surpreendeu, é ótimo, a história é envolvente, amei!

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  3. A Colins sofre com aneroxia, para ela foi um desafio bem grande o papel e ela teve que emagrecer alguns kilos para isso.
    Assisti também e concordo contigo a gente precisa absorver do filme o melhor dele.

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  4. Amo a Lily e admiro muito o seu trabalho! Ainda não tive a oportunidade de assistir ao filme, mas estou querendo muito, vou até ver se consigo durante esse final de semana!

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  5. Fiquei bem interessado, parece ser um filme muito bom. É uma pena que eu não tenho Netflix, pois gostaria muito de assistir. As imagens que você colocou me deixaram aina mais animado.

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  6. Eu já assisti e AMEI! Lily Collins é a minha atriz preferida e eu realmente amei a prestação dela!

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  7. Assisti e achei esse filme incrível. Gostei do elenco e do roteiro, realmente muito bom.

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  8. Oi Jalysson!!
    Eu assisti esse filme e achei a interpretação da Lily fantástica. Eu confesso que apesar de saber que esses transtornos podem matar alguém, eu assim como a irmã da personagem, não entendo como alguém escolhe não comer. É bem triste ver até onde ela vai...
    Bjs
    https://almde50tons.wordpress.com/

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