iBoy | Crítica


Dirigido por:Adam Randall
Distribuição:Netflix
Roteiro: Joe Barton
Gênero: Ação, Ficção Científica, Suspense
Lançamento (Brasil): 27 de Janeiro de 2017
Duração 91 min.

Oi Oi amigos
Tudo bem?

Convenhamos que a Netflix está inovando muito com suas séries e filmes originais. Dentro desse catálogo de filmes, está iBoy. Tive a honra de assistir assim que saiu. Confira agora do que se trata o filme, se não conhece ainda, e venha saber também um pouco da minha opinião.


Tom é um jovem que vive com sua avó em um bairro cheia de gangues. Um garoto considerado bom e que ama uma jovem chamada Lucy. Em uma noite quando decide então fazer uma visita, entra na casa dela e se depara com uma gangue onde fazem coisas terríveis com Lucy. Ao ver isso, ele sai correndo assustado mexendo ao seu celular. Um cara com capuz na cabeça atira e Tom cai no chão. Entra em coma e assim que acorda, descobre que alguns fragmentos do seu telefone, em consequência do tiro, ficaram alojados em sua cabeça. Volta para casa e sua vida muda completamente. Ele consegue ter acesso a toda tecnologia possível e se sente perturbado. O garoto só pensa em uma coisa: Vingança!


iBoy é um filme que tinha tudo para ser uma série de TV. O filme trás problemas de uma cidade muito complexa, porém tudo acontece muito rápido. O enredo do filme é forte e consegue mostrar pra quem assiste o seu verdadeiro sentido.


De cara é um pouco difícil de conciliar as peças. Como assim esses fragmentos não poderiam ser retirados? Claro que aqui já entra num assunto que não entendo muito bem e que não é citado no filme com uma explicação profunda, por isso apoiaria uma série longa para entender esses pontos soltos. O filme possui uma fotografia excelente e a locação dos espaços são perfeitamente condizentes a temática. A trilha sonora muito bem acolhedora e em momentos chaves da história da a surpresa que falta para a cena.


O foco do filme é o Tom que é apenas um guri normal e que acaba tendo esse poder de acabar com toda a marginalidade que é causada em seu bairro. Seu sentimento pela Lucy não é deixado de lado e que apesar, é a grande culpada de tudo que Tom faz para poder se vingar da galera. iBoy é um filme interessante para quem gosta de ação e suspense. No longa há momentos tensos que a gente faz jogadas de imaginação do que pode ou não acontecer.


Joe Barton arrasou com o roteiro que imagino, não tenha sido fácil de ser escrito. O elenco, de muita boa escolha. Ter Bill Milner como o Tom achei fantástico, interpretou super bem o personagem. Ele atuou em vários filmes e consegui me lembrar que deu vida a Erik Lensherr quando jovem em "X-Men: Primeira Classe". Maisie William, uma atriz muito foda também e Roey Kinnear que fez um trabalho belíssimo.


Eu recomendo esse filme pra você que quer contemplar o quanto a Netflix tem para crescer e levar seus filmes para os cartazes de cinema se tornando um pólo de cinematografia juntamente com várias companhias produtoras.


No mais é isso. Eu espero que tenham curtido e vão já assistir ao filme. Antes, confira aqui o trailer:


Comentários

  1. Juro que não sei por que causa, razão, motivo ou circustância eu achei que era uma série quando eu vi lá na netflix! Aí eu pensei: "Meu Deus do céu, preciso me controlar e não começar mais uma série!" Agora que você fez todo esse merchan ( alguém ainda fala "merchan"?) estou pensando seriamente em assistir em um sábado qualquer! De boas, gostei muito! bju

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Tive essa mesma impressão e acho que da maioria do povo. kkkkkk. Assista sim, vai adorar.

      Excluir
  2. Nossa eu vou assistir ainda hoje. Já estava curiosa e depois dessa resenha só fiquei mais curiosa ainda pra assistir parabéns a resenha ficou incrível aguçou muito a minha curiosidade.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Isso é bom demais. Conta aqui o que achou depois.

      Excluir

Postar um comentário

Mais Visitadas do mês

Os Guardiões | Crítica

Serial Killers - Anatomia do Mal | Resenha #95

Edgar Allan Poe | Resenha #89

Balançando a Raba 2.0

It - A Coisa | Crítica