A Hospedeira | Crítica


Dirigido por: Andrew Niccol
Distribuição: Open Road Films
Roteiro: Andrew Niccol
Gênero: Romance, ficção científica
Lançamento (Brasil): 29 de Março de 2013

Oi Oi amigos
Tudo bem com vocês?

Com uma má recepção, o filme A Hospedeira teve um feedback com críticas pesadas que ressaltaram problemas no roteiro e ao andar do filme. Ao pesquisar um pouco mais sobre isso, decidi ver ao filme e tirar minha próprias conclusões. Confira agora.

A Hospedeira é um filme de ficção científica que contêm um jogo levado para o distópico. Nele remete a história de seres alienígenas que dominaram a Terra e se apossam de corpos humanos. Esses seres se denominam como 'almas' e procuram pelos humanos que ainda restam. Encontram uma menina, chamada Melanie. Ao capturar a garota, uma 'alma' adentra seu corpo para então tomar a "posse" e viver com os seus. Mas algo ruim acontece. Melanie não permite que Peregrina, a 'alma', conte toda sua memória para Buscadora sobre sua família para não capturar eles também. Melanie resiste e faz de tudo para proteger os seus entes até que o jogo vira e ela faz com que Peregrina vá atrás deles. 


Para começar, o filme é uma adaptação do livro "A Hospedeira" da autora Stepheni Meyer. Eu não li ao livro e depois de assistir ao filme irei até providenciar a leitura. Eu curti todo o filme, achei bem diferente e não consegui entender o por quê de tantas críticas ruins sobre ele. O filme nos remete críticas como a maioria dos filmes atuais, como tanto política ou pessoal. 


No filme uma ação é contraditória. Ao mesmo tempo que a Buscadora procura pela paz que eles alienígenas, querem, ela faz de tudo para capturar os humanos e acaba criando uma guerra interior. O domínio pelo poder faz com que seu desejo seja irreversível e afeta seu eu que luta para tentar conquistar o que tanto deseja. 


A coragem de Melanie, nos mostra que tudo é capaz quando se quer algo. Ela juntamente com Peregrina aprendem como superar os obstáculos e despistar seus inimigos. Tantos sacrifícios são feitos para o bem de todos, e prova que a lealdade ainda é trabalhada em conjunto. Muita ação também é imposta mas também muitos conflitos são travados. Stephenie Meyer adora um triângulo amoroso e nele como em Crepúsculo, deixa a personagem irritada com todo andar das decisões.


A fotografia do filme está excelente e o lugar das gravações foi de escolha importante. Louisiana e o deserto do Novo México são lindos e deram resultados excelentes para a história. O enredo do filme está forte e o roteiro escrito por Andrew Niccol que também dirigiu o filme, está dentro do esperado. Algumas pessoas forçaram nesse ponto dizendo que tudo aconteceu lentamente. Isso foi preciso para a história. O tom de despedida é o momento mais importante na história e o final foi excepcional. O presente que deram para Peregrine foi o melhor que fizeram. 


O final também ainda cheio de suspense, foca no assunto do início e reverte com um novo rumo. Os humanos ainda tem chances de terem a Terra de volta.

Assista ao Trailer:


Eu espero que tenham gostado da minha opinião. Deixe aqui seu comentário sobre o que acharam do filme caso já tenha assistido e se ainda não, vá assistir e me dizer seu feedback. 
Até a próxima ;*.

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